Reitoria e Faculdade de Ciências e Letras divulgam nota à imprensa a respeito do caso
26/10/2010
Nota à Imprensa
A Diretoria da Faculdade de Ciências e Letras, do Câmpus de Assis da Unesp, decidiu instaurar processo disciplinar para que sejam tomadas as medidas cabíveis em relação a fatos que teriam envolvido membros de seu corpo discente em jogos organizados por entidades estudantis. A medida será oficializada ainda nesta semana, com a colaboração da Assessoria Jurídica da Reitoria.
A Unesp repudia práticas de desrespeito entre membros de sua comunidade, mas, a fim de assegurar o cumprimento da lei e das disposições do Estatuto da Universidade, inclusive no que se refere à preservação do direito de defesa dos envolvidos, a Administração não se pronuncia sobre procedimentos administrativos desse tipo durante o andamento de seus trabalhos.
Assessoria de Comunicação e Imprensa
Unesp – Universidade Estadual Paulista
Originalmente publicado em: http://unesp.br/int_noticia_sem_img.php?artigo=6144
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Carta aberta da ABGLT as candidaturas presidenciais de Dilma Roussef e José Serra
Prezada Dilma e Prezado Serra,
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, é uma entidade que congrega 237 organizações da sociedade civil em todos Estados do Brasil. Tem como missão a promoção da cidadania e defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero.
Assim sendo, nos dirigimos a ambas as candidaturas à Presidência da República para pedir respeito: respeito à democracia, respeito à cidadania de todos e de todas, respeito à diversidade sexual, respeito à pluralidade cultural e religiosa.
Respeito aos direitos humanos e, principalmente, respeito à laicidade do Estado, à separação entre religião e esfera pública, e à garantia da divisão dos Poderes, de tal modo que o Executivo não interfira no Legislativo ou Judiciário, e vice-versa, conforme estabelece o artigo 2º da Constituição Federal: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”
Nos últimos dias, temos assistido, perplexos, à instrumentalização de sentimentos religiosos e concepções moralistas na disputa eleitoral.
Não é aceitável que o preconceito, o machismo e a homofobia sejam estimulados por discursos de alguns grupos fundamentalistas e ganhem espaço privilegiado em plena campanha presidencial.
O Estado brasileiro é laico. O avanço da democracia brasileira é que tem nos permitido pautar, nos últimos anos, os direitos civis dos homossexuais e combater a homofobia. Também tem nos permitido realizar a promoção da autonomia das mulheres e combater o machismo, entre os demais avanços alcançados. O progresso não pode parar.
Por isso, causa extrema preocupação constatar a tentativa de utilização da fé de milhões de brasileiros e brasileiras para influir no resultado das eleições presidenciais que vivenciamos. Nos últimos dias, ficou clara a inescrupulosa disposição de determinados grupos conservadores da sociedade a disseminar o ódio na política em nome de supostos valores religiosos. Não podemos aceitar esta tentativa de utilização do medo como orientador de nossos processos políticos. Não podemos aceitar que nosso processo eleitoral seja confundido com uma escolha de posicionamentos religiosos de candidatos e eleitores. Não podemos aceitar que estimulem o ódio entre nosso povo.
O que o movimento LGBT e o movimento de mulheres defendem é apenas e tão somente o respeito à democracia, aos direitos civis, à autonomia individual. Queremos ter o direito à igualdade proclamada pela Constituição Federal, queremos ter nossos direitos civis, queremos o reconhecimento dos nossos direitos humanos. Nossa pauta passa, portanto, entre outras questões, pelo imediato reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo e pela criminalização da discriminação e da violência homofóbica.
Cara Dilma e Caro Serra
Por favor, voltem a conduzir o debate para o campo das ideias e do confronto programático, sem ataques pessoais, sem alimentar intrigas e boatos.
Nós da ABGLT sabemos que o núcleo das diferenças entre vocês (e entre PT e PSDB) não está na defesa dos direitos da população LGBT ou na visão de que o aborto é um problema de saúde pública.
Candidato Serra: o senhor, como ministro da saúde, implantou uma política progressista de combate à epidemia do HIV/Aids e normatizou o aborto legal no SUS. Aquele governo federal que o senhor integrou também elaborou os Programas Nacionais de Direitos Humanos I e II, que já contemplavam questões dos direitos humanos das pessoas LGBT. Como prefeito e governador, o senhor criou as Coordenadorias da Diversidade Sexual, esteve na Parada LGBT de São Paulo e apoiou diversas iniciativas em favor da população LGBT.
Candidata Dilma: a senhora ajudou a coordenar o governo que mais fez pela população LGBT, que criou o programa Brasil sem Homofobia, e o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, com diversas ações. A senhora assinou, junto com o presidente Lula, o decreto de Convocação da I Conferência LGBT do mundo. A senhora já disse, inúmeras vezes, que o aborto é uma questão de saúde pública e não uma questão de polícia.
Portanto, candidatos, não maculem suas biografias e trajetórias. Não neguem seu passado de luta contra o obscurantismo.
A ABGLT acredita na democracia, e num país onde caibam todos seus 190 milhões de habitantes e não apenas a parcela que quer impor suas ideias baseadas numa única visão de mundo. Vivemos num país da diversidade e da pluralidade.
É hora de retomar o debate de propostas para políticas de governo e de Estado, que possam contribuir para o avanço da nação brasileira, incluindo a segurança pública, a educação, a saúde, a cultura, o emprego, a distribuição de renda, a economia, o acesso a políticas públicas para todos e todas!
Eleições 2010, segundo turno, em 15 de outubro de 2010.
ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, é uma entidade que congrega 237 organizações da sociedade civil em todos Estados do Brasil. Tem como missão a promoção da cidadania e defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero.
Assim sendo, nos dirigimos a ambas as candidaturas à Presidência da República para pedir respeito: respeito à democracia, respeito à cidadania de todos e de todas, respeito à diversidade sexual, respeito à pluralidade cultural e religiosa.
Respeito aos direitos humanos e, principalmente, respeito à laicidade do Estado, à separação entre religião e esfera pública, e à garantia da divisão dos Poderes, de tal modo que o Executivo não interfira no Legislativo ou Judiciário, e vice-versa, conforme estabelece o artigo 2º da Constituição Federal: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”
Nos últimos dias, temos assistido, perplexos, à instrumentalização de sentimentos religiosos e concepções moralistas na disputa eleitoral.
Não é aceitável que o preconceito, o machismo e a homofobia sejam estimulados por discursos de alguns grupos fundamentalistas e ganhem espaço privilegiado em plena campanha presidencial.
O Estado brasileiro é laico. O avanço da democracia brasileira é que tem nos permitido pautar, nos últimos anos, os direitos civis dos homossexuais e combater a homofobia. Também tem nos permitido realizar a promoção da autonomia das mulheres e combater o machismo, entre os demais avanços alcançados. O progresso não pode parar.
Por isso, causa extrema preocupação constatar a tentativa de utilização da fé de milhões de brasileiros e brasileiras para influir no resultado das eleições presidenciais que vivenciamos. Nos últimos dias, ficou clara a inescrupulosa disposição de determinados grupos conservadores da sociedade a disseminar o ódio na política em nome de supostos valores religiosos. Não podemos aceitar esta tentativa de utilização do medo como orientador de nossos processos políticos. Não podemos aceitar que nosso processo eleitoral seja confundido com uma escolha de posicionamentos religiosos de candidatos e eleitores. Não podemos aceitar que estimulem o ódio entre nosso povo.
O que o movimento LGBT e o movimento de mulheres defendem é apenas e tão somente o respeito à democracia, aos direitos civis, à autonomia individual. Queremos ter o direito à igualdade proclamada pela Constituição Federal, queremos ter nossos direitos civis, queremos o reconhecimento dos nossos direitos humanos. Nossa pauta passa, portanto, entre outras questões, pelo imediato reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo e pela criminalização da discriminação e da violência homofóbica.
Cara Dilma e Caro Serra
Por favor, voltem a conduzir o debate para o campo das ideias e do confronto programático, sem ataques pessoais, sem alimentar intrigas e boatos.
Nós da ABGLT sabemos que o núcleo das diferenças entre vocês (e entre PT e PSDB) não está na defesa dos direitos da população LGBT ou na visão de que o aborto é um problema de saúde pública.
Candidato Serra: o senhor, como ministro da saúde, implantou uma política progressista de combate à epidemia do HIV/Aids e normatizou o aborto legal no SUS. Aquele governo federal que o senhor integrou também elaborou os Programas Nacionais de Direitos Humanos I e II, que já contemplavam questões dos direitos humanos das pessoas LGBT. Como prefeito e governador, o senhor criou as Coordenadorias da Diversidade Sexual, esteve na Parada LGBT de São Paulo e apoiou diversas iniciativas em favor da população LGBT.
Candidata Dilma: a senhora ajudou a coordenar o governo que mais fez pela população LGBT, que criou o programa Brasil sem Homofobia, e o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, com diversas ações. A senhora assinou, junto com o presidente Lula, o decreto de Convocação da I Conferência LGBT do mundo. A senhora já disse, inúmeras vezes, que o aborto é uma questão de saúde pública e não uma questão de polícia.
Portanto, candidatos, não maculem suas biografias e trajetórias. Não neguem seu passado de luta contra o obscurantismo.
A ABGLT acredita na democracia, e num país onde caibam todos seus 190 milhões de habitantes e não apenas a parcela que quer impor suas ideias baseadas numa única visão de mundo. Vivemos num país da diversidade e da pluralidade.
É hora de retomar o debate de propostas para políticas de governo e de Estado, que possam contribuir para o avanço da nação brasileira, incluindo a segurança pública, a educação, a saúde, a cultura, o emprego, a distribuição de renda, a economia, o acesso a políticas públicas para todos e todas!
Eleições 2010, segundo turno, em 15 de outubro de 2010.
ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
Convite: Comitê Brasileiro da IDAHO
Como todos e todas sabem, o dia 17 de maio é o Dia Internacional Contra a Homofobia. É o dia em que a Assembleia Mundial da Saúde retirou o código 302.0, que classificava a homossexualidade como doença.
Existe uma organização internacional, chamada “International Day against Homophobia and Transphobia – IDAHO” (Dia Internacional contra Homofobia e Transfobia), que trabalha para promover a comemoração do Dia 17 de Maio e o combate à homofobia* e à transfobia.
Por idealização de Louis-Georges Tin (fundador da IDAHO) e outros integrantes da organização, foi criado um Comitê Internacional da IDAHO, que fui convidado a integrar.
Em reunião regional da IDAHO realizado no Peru no mês maio deste ano, foi deliberado que devemos incentivar a criação de Comitês Nacionais da IDAHO, para planejar ações nos países, estados e municípios para promover a comemoração do Dia 17 de Maio em parceria com as redes nacionais.
Mesmo sem ter um Comitê, o Brasil começou há vários anos a fazer atividades para marcar o Dia 17 de Maio, e agora surgiu a oportunidade de agir de uma forma unificada com outros países da região e do mundo inteiro.
Neste sentido, eu gostaria de convidar para participar do Comitê Brasileiro da IDAHO pessoas que organizaram eventos do Dia 17 de Maio em anos anteriores, pessoas que queiram organizar eventos em relação a essa data no ano 2011em diante, e todo mundo que tenha interesse em colaborar com esta iniciativa. A ideia é compor um grupo intersetorial. Podem ser pessoas que trabalham no governo, da sociedade civil, sindicatos, academia, conselhos profissionas...
Caso tenha interesse, solicito que entrem no ggrupo abaixo para iniciarmos as discussões sobre o Comitê Brasileiro da IDAHO
Entrar no grupo: idahocontrahomofobia-subscribe@yahoogrupos.com.br
Enviar mensagem: idahocontrahomofobia@yahoogrupos.com.br
Um abraço.
Toni
Saiba mais sobre a IDAHO através do site http://www.dayagainsthomophobia.org/
Sobre o Comitê Internacional da IDAHO:
O Comitê Internacional da IDAHO foi criado pelos fundadores da organização Dia Internacional contra Homofobia e Transfobia (International Day against Homophobia and Transphobia – IDAHO).
A meta do Comitê Internacional é fazer com que o Dia Internacional Contra a Homofobia e a Transfobia seja uma ocasião de sensibilização e mobilização mundial, e um espaço efetivo para a atuação de ativistas em todos os níveis.
Trabalhamos o ano todo para divulgar o Dia e incentivar a realização de atividades em todos os níveis.
Trabalhamos para aumentar o peso político do Dia e sua capacidade de atrair a atenção da mídia e dos formuladores de políticas, tornando público o reconhecimento dado ao Dia por atores governamentais, destacando a abrangência e a diversidade que caracterizam a mobilização em prol do Dia.
Incentivamos organizações locais a desenvolverem estratégias de advocacy, sensibilização e campanhas junto à população em relação ao Dia.
Aproveitamos o interesse no Dia por parte da mídia e dos formuladores de políticas para : difundir mensagens contra a homofobia e transfobia por meio de campanhas envolvendo, por exemplo, projetos de vídeos, colaboração com artistas, etc... e desenvolver iniciativas internacionais envolvendo campanhas voltadas para temas específicos.
A importância das mobilizações do Dia 17 de Maio:
Em 2008, atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo eram passíveis de pena de morte em 7 países, e considerados crime em mais outros 80 países. Na maioria dos países, as pessoas da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, intersex, queer... vêm tendo negados seus direitos humanos fundamentais, conforme definidos, entre outros, pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, e o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.
O Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia foi lançado com o intuito de criar uma comunidade mundial de ativistas e pessoas comprometidas, compartilhando o ideal de um mundo sem homofobia ou transfobia, no qual todos e todas possam viver livremente sua orientação sexual e identidade de gênero.
* Há uma tendência em alguns países de considerar que o termo Homofobia abrange tanto homens (gays) quanto mulheres (lésbicas) homossexuais. Não há nenhuma intenção de excluir as lésbicas. Trata-se de interpretações culturais diferentes do sentido da palavra.
Existe uma organização internacional, chamada “International Day against Homophobia and Transphobia – IDAHO” (Dia Internacional contra Homofobia e Transfobia), que trabalha para promover a comemoração do Dia 17 de Maio e o combate à homofobia* e à transfobia.
Por idealização de Louis-Georges Tin (fundador da IDAHO) e outros integrantes da organização, foi criado um Comitê Internacional da IDAHO, que fui convidado a integrar.
Em reunião regional da IDAHO realizado no Peru no mês maio deste ano, foi deliberado que devemos incentivar a criação de Comitês Nacionais da IDAHO, para planejar ações nos países, estados e municípios para promover a comemoração do Dia 17 de Maio em parceria com as redes nacionais.
Mesmo sem ter um Comitê, o Brasil começou há vários anos a fazer atividades para marcar o Dia 17 de Maio, e agora surgiu a oportunidade de agir de uma forma unificada com outros países da região e do mundo inteiro.
Neste sentido, eu gostaria de convidar para participar do Comitê Brasileiro da IDAHO pessoas que organizaram eventos do Dia 17 de Maio em anos anteriores, pessoas que queiram organizar eventos em relação a essa data no ano 2011em diante, e todo mundo que tenha interesse em colaborar com esta iniciativa. A ideia é compor um grupo intersetorial. Podem ser pessoas que trabalham no governo, da sociedade civil, sindicatos, academia, conselhos profissionas...
Caso tenha interesse, solicito que entrem no ggrupo abaixo para iniciarmos as discussões sobre o Comitê Brasileiro da IDAHO
Entrar no grupo: idahocontrahomofobia-subscribe@yahoogrupos.com.br
Enviar mensagem: idahocontrahomofobia@yahoogrupos.com.br
Um abraço.
Toni
Saiba mais sobre a IDAHO através do site http://www.dayagainsthomophobia.org/
Sobre o Comitê Internacional da IDAHO:
O Comitê Internacional da IDAHO foi criado pelos fundadores da organização Dia Internacional contra Homofobia e Transfobia (International Day against Homophobia and Transphobia – IDAHO).
A meta do Comitê Internacional é fazer com que o Dia Internacional Contra a Homofobia e a Transfobia seja uma ocasião de sensibilização e mobilização mundial, e um espaço efetivo para a atuação de ativistas em todos os níveis.
Trabalhamos o ano todo para divulgar o Dia e incentivar a realização de atividades em todos os níveis.
Trabalhamos para aumentar o peso político do Dia e sua capacidade de atrair a atenção da mídia e dos formuladores de políticas, tornando público o reconhecimento dado ao Dia por atores governamentais, destacando a abrangência e a diversidade que caracterizam a mobilização em prol do Dia.
Incentivamos organizações locais a desenvolverem estratégias de advocacy, sensibilização e campanhas junto à população em relação ao Dia.
Aproveitamos o interesse no Dia por parte da mídia e dos formuladores de políticas para : difundir mensagens contra a homofobia e transfobia por meio de campanhas envolvendo, por exemplo, projetos de vídeos, colaboração com artistas, etc... e desenvolver iniciativas internacionais envolvendo campanhas voltadas para temas específicos.
A importância das mobilizações do Dia 17 de Maio:
Em 2008, atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo eram passíveis de pena de morte em 7 países, e considerados crime em mais outros 80 países. Na maioria dos países, as pessoas da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, intersex, queer... vêm tendo negados seus direitos humanos fundamentais, conforme definidos, entre outros, pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, e o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.
O Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia foi lançado com o intuito de criar uma comunidade mundial de ativistas e pessoas comprometidas, compartilhando o ideal de um mundo sem homofobia ou transfobia, no qual todos e todas possam viver livremente sua orientação sexual e identidade de gênero.
* Há uma tendência em alguns países de considerar que o termo Homofobia abrange tanto homens (gays) quanto mulheres (lésbicas) homossexuais. Não há nenhuma intenção de excluir as lésbicas. Trata-se de interpretações culturais diferentes do sentido da palavra.
LGBT/Queer Studies: Toward Trans/national Scholarly and Activist Kinships
Call for Papers: Deadline: December 15, 2010
LGBT/Queer Studies:
Toward Trans/national Scholarly and Activist Kinships
An International Conference
Madrid, Spain
July 3, 4, and 5, 2011
Note: Gay Pride is July 2 in Madrid
Organized by the LGBT Studies Program & Minor
Chancellor’s Leadership Project
Syracuse University
Syracuse, NY, USA
We invite scholars and activists to join in an exploration of the methods, possibilities, challenges, and dangers of doing LGBT/queer scholarship, activism, pedagogy, and curriculum in a transnationalized and technologically mediated world. We want to address the many challenges of understanding and responding to the complexly lived lives of queer subjects, as they are shaped by local and global upheavals and opportunities. What does the ‘transnational’ mean? How are queer lives rendered visible and legible and affectively accessible? What matrices of power make some queer figures more visible than others? What new forms of scholarship and activism emerge as people, images, ideas, and capital move in rapid, uneven, and complex ways across national borders? How might practices of kinships, however tense or contingent, happen? How does, or should, the transnational turn shape our pedagogies and curricula? And how do we connect and collaborate as scholars and activists across the globe? These are messy knowledges, nuanced knowledges, framed by the local and the global in complicated and often surprising ways.
We are interested in a truly global conversation, and encourage submissions about and from all over the world. We hope too to produce some form of publication out of the conference.
Possible topics:
Representing the complexities of everyday queer lives
Working with queer archives and memory
Analyzing gay imperialism
Designing pedagogies and curricula
Sustaining scholarly relationships across borders
Engaging with queer suffering and activism across borders
Studying legal and political responses to queer suffering
Queer media and literature
Exploring queer disasporas and homonationalisms
Writing queer histories
Analyzing queer labor and immigration
Responding to the challenges of translation and access
We invite scholars and activists to submit paper proposals (no more than 500 words) or complete panels (of no more than three papers) that address questions like these from various perspectives. English is the primary language of the conference, and we will accept submissions in Spanish and French. Please submit paper proposals or panel proposals electronically.
Please feel free to contact Margaret Himley (mrhimley@syr.edu) or Andrew London (anlondon@maxwell.syr.edu), co-directors of the LGBT Studies Program and Minor at Syracuse University, for more information or with thoughts or questions about this conference/workshop.
LGBT/Queer Studies:
Toward Trans/national Scholarly and Activist Kinships
An International Conference
Madrid, Spain
July 3, 4, and 5, 2011
Note: Gay Pride is July 2 in Madrid
Organized by the LGBT Studies Program & Minor
Chancellor’s Leadership Project
Syracuse University
Syracuse, NY, USA
We invite scholars and activists to join in an exploration of the methods, possibilities, challenges, and dangers of doing LGBT/queer scholarship, activism, pedagogy, and curriculum in a transnationalized and technologically mediated world. We want to address the many challenges of understanding and responding to the complexly lived lives of queer subjects, as they are shaped by local and global upheavals and opportunities. What does the ‘transnational’ mean? How are queer lives rendered visible and legible and affectively accessible? What matrices of power make some queer figures more visible than others? What new forms of scholarship and activism emerge as people, images, ideas, and capital move in rapid, uneven, and complex ways across national borders? How might practices of kinships, however tense or contingent, happen? How does, or should, the transnational turn shape our pedagogies and curricula? And how do we connect and collaborate as scholars and activists across the globe? These are messy knowledges, nuanced knowledges, framed by the local and the global in complicated and often surprising ways.
We are interested in a truly global conversation, and encourage submissions about and from all over the world. We hope too to produce some form of publication out of the conference.
Possible topics:
Representing the complexities of everyday queer lives
Working with queer archives and memory
Analyzing gay imperialism
Designing pedagogies and curricula
Sustaining scholarly relationships across borders
Engaging with queer suffering and activism across borders
Studying legal and political responses to queer suffering
Queer media and literature
Exploring queer disasporas and homonationalisms
Writing queer histories
Analyzing queer labor and immigration
Responding to the challenges of translation and access
We invite scholars and activists to submit paper proposals (no more than 500 words) or complete panels (of no more than three papers) that address questions like these from various perspectives. English is the primary language of the conference, and we will accept submissions in Spanish and French. Please submit paper proposals or panel proposals electronically.
Please feel free to contact Margaret Himley (mrhimley@syr.edu) or Andrew London (anlondon@maxwell.syr.edu), co-directors of the LGBT Studies Program and Minor at Syracuse University, for more information or with thoughts or questions about this conference/workshop.
International Association for the Study of Sexuality, Culture and Society (IASSCS)
We are very pleased to announce the eighth biennial meeting of the International Association for the Study of Sexuality, Culture and Society (IASSCS), entitled “Naming and Framing: The Making of Sexual (In)Equality”. This conference is co-organized by the Social Anthropology Department of Universidad Complutense de Madrid, Spain.
The 2011 Conference theme focuses on the multiple ways that equality and inequality are articulated through sexuality. The meeting will explore diverse situations and issues of (in)equality with regard to sexuality in the global arena, bringing together researchers, advocates, policymakers and practitioners to critically share their strategies and challenges that inform and inspire new forms of action and thinking about sexuality.
The theme of the meeting invites dialogue and analyses of the interplay of sexuality, sexual identity, gender, class, race, ethnicity, age, citizenship and inequality. As well, the conference theme invites analyses placed within the context of the state’s willingness (or reticence) to discuss and incorporate practices, discourses, laws and public policies that acknowledge sexual rights for all men and women and promote gender equality, and recognition of sexual diversity.
The official language of the conference is English. However, for the first time, we will have one afternoon of sessions in the language of the host country, namely Spanish, with simultaneous interpretation. Due to the limited space and time for presentations in Spanish, only a limited number of abstracts will be accepted in that language.
In line with the IASSCS’ mission, the conference seeks to promote links between researchers, academics, advocates and activists by addressing the process of taking theory into practice, conceptualizing the meaning and significance of advocacy at the national and community level, and supporting and advancing the implementation of sexual rights. We can receive submissions in various formats: verbal presentations, posters, exhibits and workshop presentations.
THE ABSTRACT DEADLINE IS JANUARY 10th, 2011 For more information regarding the main themes of the Conference, details on the types and guidelines for submission, please visit our website (www.iasscs.org/2011conference).
ABSTRACT SUBMISSION DEADLINE:
JANUARY 10TH 2011
www.iasscs.org/2011conference
2011conference@iasscs.org
The 2011 Conference theme focuses on the multiple ways that equality and inequality are articulated through sexuality. The meeting will explore diverse situations and issues of (in)equality with regard to sexuality in the global arena, bringing together researchers, advocates, policymakers and practitioners to critically share their strategies and challenges that inform and inspire new forms of action and thinking about sexuality.
The theme of the meeting invites dialogue and analyses of the interplay of sexuality, sexual identity, gender, class, race, ethnicity, age, citizenship and inequality. As well, the conference theme invites analyses placed within the context of the state’s willingness (or reticence) to discuss and incorporate practices, discourses, laws and public policies that acknowledge sexual rights for all men and women and promote gender equality, and recognition of sexual diversity.
The official language of the conference is English. However, for the first time, we will have one afternoon of sessions in the language of the host country, namely Spanish, with simultaneous interpretation. Due to the limited space and time for presentations in Spanish, only a limited number of abstracts will be accepted in that language.
In line with the IASSCS’ mission, the conference seeks to promote links between researchers, academics, advocates and activists by addressing the process of taking theory into practice, conceptualizing the meaning and significance of advocacy at the national and community level, and supporting and advancing the implementation of sexual rights. We can receive submissions in various formats: verbal presentations, posters, exhibits and workshop presentations.
THE ABSTRACT DEADLINE IS JANUARY 10th, 2011 For more information regarding the main themes of the Conference, details on the types and guidelines for submission, please visit our website (www.iasscs.org/2011conference
ABSTRACT SUBMISSION DEADLINE:
JANUARY 10TH 2011
www.iasscs.org/2011conference
2011conference@iasscs.org
Congresso Internacional on LGBT/Queer Studies
Call for Papers: Deadline: December 15, 2010
LGBT/Queer Studies:
Toward Trans/national Scholarly and Activist Kinships
An International Conference
Madrid, Spain
July 3, 4, and 5, 2011
Note: Gay Pride is July 2 in Madrid
Organized by the LGBT Studies Program & Minor
Chancellor’s Leadership Project
Syracuse University
Syracuse, NY, USA
We invite scholars and activists to join in an exploration of the methods, possibilities, challenges, and dangers of doing LGBT/queer scholarship, activism, pedagogy, and curriculum in a transnationalized and technologically mediated world. We want to address the many challenges of understanding and responding to the complexly lived lives of queer subjects, as they are shaped by local and global upheavals and opportunities. What does the ‘transnational’ mean? How are queer lives rendered visible and legible and affectively accessible? What matrices of power make some queer figures more visible than others? What new forms of scholarship and activism emerge as people, images, ideas, and capital move in rapid, uneven, and complex ways across national borders? How might practices of kinships, however tense or contingent, happen? How does, or should, the transnational turn shape our pedagogies and curricula? And how do we connect and collaborate as scholars and activists across the globe? These are messy knowledges, nuanced knowledges, framed by the local and the global in complicated and often surprising ways.
We are interested in a truly global conversation, and encourage submissions about and from all over the world. We hope too to produce some form of publication out of the conference.
Possible topics:
Representing the complexities of everyday queer lives
Working with queer archives and memory
Analyzing gay imperialism
Designing pedagogies and curricula
Sustaining scholarly relationships across borders
Engaging with queer suffering and activism across borders
Studying legal and political responses to queer suffering
Queer media and literature
Exploring queer disasporas and homonationalisms
Writing queer histories
Analyzing queer labor and immigration
Responding to the challenges of translation and access
We invite scholars and activists to submit paper proposals (no more than 500 words) or complete panels (of no more than three papers) that address questions like these from various perspectives. English is the primary language of the conference, and we will accept submissions in Spanish and French. Please submit paper proposals or panel proposals electronically.
Please feel free to contact Margaret Himley (mrhimley@syr.edu) or Andrew London (anlondon@maxwell.syr.edu), co-directors of the LGBT Studies Program and Minor at Syracuse University, for more information or with thoughts or questions about this conference/workshop.
LGBT/Queer Studies:
Toward Trans/national Scholarly and Activist Kinships
An International Conference
Madrid, Spain
July 3, 4, and 5, 2011
Note: Gay Pride is July 2 in Madrid
Organized by the LGBT Studies Program & Minor
Chancellor’s Leadership Project
Syracuse University
Syracuse, NY, USA
We invite scholars and activists to join in an exploration of the methods, possibilities, challenges, and dangers of doing LGBT/queer scholarship, activism, pedagogy, and curriculum in a transnationalized and technologically mediated world. We want to address the many challenges of understanding and responding to the complexly lived lives of queer subjects, as they are shaped by local and global upheavals and opportunities. What does the ‘transnational’ mean? How are queer lives rendered visible and legible and affectively accessible? What matrices of power make some queer figures more visible than others? What new forms of scholarship and activism emerge as people, images, ideas, and capital move in rapid, uneven, and complex ways across national borders? How might practices of kinships, however tense or contingent, happen? How does, or should, the transnational turn shape our pedagogies and curricula? And how do we connect and collaborate as scholars and activists across the globe? These are messy knowledges, nuanced knowledges, framed by the local and the global in complicated and often surprising ways.
We are interested in a truly global conversation, and encourage submissions about and from all over the world. We hope too to produce some form of publication out of the conference.
Possible topics:
Representing the complexities of everyday queer lives
Working with queer archives and memory
Analyzing gay imperialism
Designing pedagogies and curricula
Sustaining scholarly relationships across borders
Engaging with queer suffering and activism across borders
Studying legal and political responses to queer suffering
Queer media and literature
Exploring queer disasporas and homonationalisms
Writing queer histories
Analyzing queer labor and immigration
Responding to the challenges of translation and access
We invite scholars and activists to submit paper proposals (no more than 500 words) or complete panels (of no more than three papers) that address questions like these from various perspectives. English is the primary language of the conference, and we will accept submissions in Spanish and French. Please submit paper proposals or panel proposals electronically.
Please feel free to contact Margaret Himley (mrhimley@syr.edu) or Andrew London (anlondon@maxwell.syr.edu), co-directors of the LGBT Studies Program and Minor at Syracuse University, for more information or with thoughts or questions about this conference/workshop.
Livros da Coleção Aplauso
Aplauso na Internet
Desde os primeiros lançamentos, em 2004, até os mais recentes, cerca de 200 livros da Coleção Aplauso podem ser acessados gratuitamente pela Internet. Com roteiros, peças, histórias de emissoras de tevê e biografias de artistas, cineastas e dramaturgos, os títulos estão disponíveis para download em pdf e txt. Basta acessar o site www.imprensaoficial.com.br/colecaoaplauso.
Desde os primeiros lançamentos, em 2004, até os mais recentes, cerca de 200 livros da Coleção Aplauso podem ser acessados gratuitamente pela Internet. Com roteiros, peças, histórias de emissoras de tevê e biografias de artistas, cineastas e dramaturgos, os títulos estão disponíveis para download em pdf e txt. Basta acessar o site www.imprensaoficial.com.br/colecaoaplauso.
Em que votar? E por que?
Prezad@s alun@s até o momento procurei não me posicionar explicitamente quanto às eleições presidenciais, mesmo que avalie que o espaço de formação docente é um espaço de formação política e de que não existe neutralidade. Infelizmente frente à possibilidade do candidato do PSDB retornar ao poder, muito angariado por uma mídia elitista, conservadora e manipuladora (como é o caso da Rede Globo, Revista Veja, Folha de São Paulo e Estadão) não é possível manter-me imparcial. Mesmo que alguns não se alinhem com o governo do PT e que tenham críticas em relação a sua gestão (o que é legítimo), peço que ponderem e se informem acerca do que significará para o Brasil uma retomada do governo PSDB. Penso que um bom caminho para isso é que se faça uma cuidadosa comparação em relação às duas gestões. Minha intenção nesta carta é exatamente essa, comparar dois projetos de sociedade, que a meu ver são muito distintos. Vejamos então:
1) No governo PT foram criadas 214 Institutos Federais Tecnológicos, 10 novas universidades e 45 extensões universitárias. Encampou políticas de contratação de professores e outros funcionários efetivos. Para se ter uma ideia, quando comecei a trabalhar na universidade, em 2004, 60% do Departamento de Didática da Faculdade de Educação da UFRJ era de professores substitutos. Hoje o quadro é totalmente diferente. Houve também, aumento salarial e mais verbas voltadas ao incentivo à pesquisa científica (leiam este artigo publicado na Nature http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17002).
Já o governo PSDB desestruturou as universidades públicas. FHC não criou nenhuma universidade, extensão e nem IFES, além de abandonar as instituições federais de ensino existentes. Não foram realizados concursos durante os oito anos de sua gestão. Não houve aumento real do salário de docentes e outros servidores. Não houve incentivo à pesquisa e à extensão e nem bolsas de auxílio estudantil. Eram poucos os professores efetivos e muitos foram estimulados a se aposentar em função das reformas na previdência encaminhadas, ocasionando uma revoada de professores para a iniciativa privada. Perdemos 1/3 dos doutores e mestres que demoram anos para serem formados (http://www.youtube.com/watch?v=wZ8DTdVJ-1k). No caso da UFRJ empossou um interventor como reitor. Neste endereço http://cynthiasemiramis.org/2010/08/17/lembrancas-vida-universitaria-no-governo-fhc/ , a autora faz um relato do que era a universidade na era FHC, meus atuais alunos não estavam ainda na UFRJ, mas é preciso que saibam e perpetuem esta memória. Vale também ler o manifesto dos reitores a favor da política atual: (http://www.uftm.edu.br/upload/noticias/Manifesto_Reitores_22.9.10.pdf)
A gestão Serra, no governo de São Paulo, em relação à educação não foi diferente. Tratou os professores em greve com bomba de gás lacrimogêneo. (http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/governo-serra-enfrenta-greve-dos-professores-com-prisao-e-censura.html). O campus da USP foi invadido pela polícia, fato que só aconteceu durante a ditadura militar.
2) No Governo Lula o salário mínimo passou de R$ 200, para R$ 510, um aumento de 155% e aumento real de 53% acima da inflação. Nos governos FHC, o reajuste real acumulado do salário foi de 27,7%, nos governos Lula foi de 71,9 % - antes disso a década de 50 foi a única em que o SM teve ganho real. (http://www.dieese.org.br/esp/notatec86SALARIOMINIMO2010.pdf e Tabelas e gráficos do Salário Mínimo Real desde 1940 http://www.dieese.org.br/esp/salmin/tabela.zip - fonte: http://juanitocaminero.blogspot.com/2010/10/tres-razoes-de-porque-voto-na-dilma-com.html). Foram 11 milhões de empregos formais criados. O governo FHC criou, em oito anos, apenas 780 mil. Foram R$524 bilhões em investimentos em infra-estrutura, enquanto que na gestão anterior não houve nenhuma espécie de investimento. A política era de privatização e Estado mínimo. Início do governo PSDB a dívida pública representava 38% do PIB, ao final passou para 78%. A carga tributária que era de 27% , passou para 38%. (http://www.youtube.com/watch?v=wZ8DTdVJ-1k).
3) Houve uma significativa distribuição de renda. Nítido aumento da capacidade de consumo da população através de mecanismos de transferência de renda. Ai me refiro a bens básicos. 23 milhões saíram da linha da miséria. Transcrevo a informação obtida no endereço http://juanitocaminero.blogspot.com/2010/10/tres-razoes-de-porque-voto-na-dilma-com.html : “Fazem parte dessa estratégia o Bolsa família, o aumento do Salário Mínimo, o subsídio à habitação, ao crédito para agricultura familiar, financiamento de implantação de bens de consumo coletivo (como o saneamento). Aliás, a distribuição de renda não é só por estratos sócio-econômicos, mas é também uma estratégia de distribuição da renda no território. Há uma centena de programas que transferem recursos para os municípios interessados em implementar os programas federais. (Assim, há mais controle e coordenação das políticas.) Os dados mais fáceis de acessar são os da melhora na distribuição de renda: o índice de Gini subiu 17%, a renda dos 10% mais pobres cresceu 72%, a dos 10% mais ricos, cresceu apenas 11,2%, o percentual da população abaixo da linha de pobreza caiu de 26% para 14% no governo Lula. Há muitos dados Sobre diminuição da Miséria em: http://www.fgv.br/cps/Pesquisas/miseria_queda_grafico_clicavel/FLASH/ e nos links sugeridos”.
7.200.000 pessoas no campo foram beneficiadas com energia elétrica (durante o governo FHC foram 2.700 pessoas). Foram construídas 4,5 bilhões de habitações populares (no governo FHC, 1,7 bilhões). 12, 5 bilhões foram investidos na agricultura familiar através do PRONAF (no governo FHC apenas 2,5 bilhões). Neste endereço há inúmeros dados comparativos entre as duas gestões: http://lulavsfhc.tumblr.com/ ; http://ilustrebob.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Colocando-na-balanca.7a-low-res.jpg;
Mesmo assim, se vocês ainda não se sentem seguros em relação ao voto em Dilma, - mesmo frente a números tão expressivos que significam muito mais do que números, mas melhorias especialmente para a vida dos trabalhadores e projetos distintos de Brasil -, talvez muito em função dos escândalos relacionados à gestão PT, peço que examinem com cuidado as denúncias de corrupção atribuídas ao governo Lula (exemplo de onde encontrar notícia sobre o assunto: http://www.sejaditaverdade.net/blog2/?p=2182&sms_ss=facebook&at_xt=4ca92deb77d6691b%2C0 ). De preferência dando pouca credibilidade aos meios de comunicação que citei acima. Hoje a internet integra uma rede de sites e blogs muito interessante e diversa e não comprometida com um pequeno grupo de famílias poderosas. Caso estas sejam novas para vocês, é muito importante que passem a conhecer e divulgar (alguns exemplos que conheço são: a) http://www.cartacapital.com.br/ ; b) http://www.viomundo.com.br/ ; c) www.brasildefato.com.br ; d) http://www.conversaafiada.com.br/ ; e) www.cartamaior.com.br e f) http://muitasbocasnotrombone.blogspot.com/). Não podemos esquecer que o PT e o presidente Lula não governam este país sozinho. Para garantir a governabilidade, infelizmente, é preciso fazer algum tipo de concessão (claro que há limites nisso) a partidos e políticos duvidáveis. Não vamos esquecer que o governo se dá nos três poderes (executivo, legislativo e judiciário) e que a questão da corrupção é estrutural e não seria abolida de nossa cultura política em apenas oito anos de gestão. É preciso examinar criticamente a campanha que o candidato do PSDB faz como o “político do bem”. Neste endereço (http://www.consciencia.net/corrupcao/documentos/fhc-45escandalos.html) há uma lista de 45 escândalos relacionados à gestão PSDB. É função do governo garantir que as instâncias responsáveis tenham poder e autonomia para coibir atos de corrupção e punir, o que o governo do PT tem sido bem mais efetivo se comparado à gestão anterior. A polícia federal, por exemplo, efetuou 3000 prisões na gestão PT, contra 80 na FHC.
Enfim, aqui discorri sobre alguns dos pontos que me fazem ter a absoluta certeza em relação ao meu voto em Dilma Rousseff, no dia 31 de outubro (o cineasta Jorge Furtado disserta neste artigo sobre dez falsos motivos para não votar em Dilma http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/dez-falsas-raz%C3%B5es-para-n%C3%A3o-votar-na-dilma. Vale ler). Críticas ao governo do PT devem ser feitas. Mas dentre elas é impertinente dizer que Dilma e Serra, PT e PSDB, são as mesmas coisas. Como acabo de mostrar acima, existem evidentes diferenças entre eles. Nosso voto significa um posicionamento em relação a estas diferenças. Como futuros professores que são, espero que se posicionem ao lado dos trabalhadores, ao lado da universidade pública, ao lado da educação de qualidade e do respeito aos seus profissionais, ao lado de Dilma para presidente do Brasil.
Mariana Cassab
Profa. da Faculdade de Educação da UFRJ
Rio de Janeiro, 05 de Outubro de 2010
Em convenção da Assembleia de Deus, Serra promete vetar Lei da homofobia
JOSÉ MASCHIO
ENVIADO ESPECIAL A FOZ DO IGUAÇU (PR)
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, prometeu hoje em Foz do Iguaçu (PR) vetar a Lei da Homofobia, caso ela seja aprovada pelo Congresso.ENVIADO ESPECIAL A FOZ DO IGUAÇU (PR)
Segundo Serra, o projeto, como foi aprovado na Câmara, pode tornar um crime "semelhante ao racismo" a pregação de pastores evangélicos contra a prática homossexual.
Ele prometeu o veto depois de ser inquirido sobre o assunto por um pastor presente à 50ª Convenção Anual das Igrejas Assembleias de Deus do Paraná. A proposta, aprovada na Câmara, ainda não foi votada no Senado.
"Uma coisa é grupos de extermínio, praticando violência contra homossexuais, como já ocorreu em São Paulo. Outra coisa é o projeto como está, que passa a perseguir as igrejas que combatem a prática homossexual", afirmou.
Ele disse que, eleito, não terá dificuldades de fazer a maioria no Congresso, "sem barganhas" para evitar a aprovação da lei.
Convidado de honra dos evangélicos reunidos em Foz do Iguaçu (a 656 KM a oeste de Curitiba), Serra se comprometeu também a lutar contra pontos do Plano Nacional dos Direitos Humanos criticados pela Igreja.
Entre os temas estão a descriminalização do aborto, a união homossexual, a invasão de propriedades e questões relativas à liberdade religiosa.
Segundo o tucano, o Plano Nacional dos Direitos Humanos, "encaminhado por Dilma à sanção do presidente Lula", criminaliza "quem é contra o aborto".
Serra disse, a uma plateia estimada pelos organizadores em mais de mil pessoas, que o plano incentiva a invasão à propriedade, "não só ao imóvel rural, mas também a um apartamento".
Questionado sobre a união homossexual, Serra, que havia defendido a união civil, recentemente, em São Paulo, preferiu lembrar que a tentativa de controle social da mídia pode levar a situações de interferência na liberdade religiosa dos brasileiros.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/poder/820774-em-convencao-da-assembleia-de-deus-serra-promete-vetar-lei-da-homofobia.shtml
Número de assassinatos de gays no país cresceu 62% desde 2007, mas tema fica fora da campanha
| 16/10/2010 às 18h29m Carolina Benevides e Rafael Galdo RIO - Alçados a tema central da campanha presidencial, o casamento gay, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a criminalização da homofobia têm sido debatidos pelos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) a partir do viés religioso e sem levar em conta um dado alarmante: o número de homossexuais assassinados por motivação homofóbica cresce a cada ano. Em 2009, 198 foram mortos no Brasil. Onze a mais que em 2008, e 76 a mais do que em 2007, um aumento de 62%. Os dados são do Grupo Gay da Bahia (GGB), fundado em 1980 e o único no país a reunir as estatísticas. Segundo o GGB, de 1980 a 2009 foram documentados 3.196 homicídios, média de 110 por ano. - Infelizmente, a homofobia é um aspecto cultural da sociedade brasileira, que empurra os homossexuais para a clandestinidade, fazendo com que permaneçam à margem mesmo quando são mortos. Gays, lésbicas e travestis são mortos de forma cruel, geralmente tendo o rosto desfigurado, e acabam sendo considerados culpados. Só os crimes muito hediondos comovem - diz Marcelo Cerqueira, presidente do GGB. Antropólogo e ex-presidente do GGB, Luiz Mott lembra que há subnotificação de dados, mas que ainda assim é possível afirmar que o número de mortes vem crescendo: - O número tem aumentado na última década. Antes, era um assassinato a cada três dias. Agora, acontece um a cada dois dias. O Brasil é o país com maior número de assassinatos. Ano passado, no México, por exemplo, foram 35. Segundo Mott, a maioria dos crimes contra LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) é motivada por "homofobia cultural": - Graças ao machismo e à bronca que muitos homens têm contra gays e travestis, eles matam imbuídos da ideologia de que homossexuais são covardes, têm dinheiro, que os vizinhos não vão se importar, e os juízes vão punir com brandura. De acordo com pesquisas realizadas nas paradas gays de Rio, São Paulo, Recife, Porto Alegre e Belém, entre 2003 e 2008, pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, o número de homossexuais agredidos e/ou discriminados nessas regiões não é inferior a 59,9%. Em Pernambuco, 70,8% disseram ter sido agredidos. E, em São Paulo, 72,1% foram vítimas de algum tipo de discriminação. - Os dados mudam pouco nas regiões. O fato de não existir lei específica para crimes homofóbicos contribui para a violência. No entanto, vale lembrar que esses números não refletem completamente a realidade. Sabemos que o silêncio ainda marca as agressões - diz Sérgio Carrara, professor do Instituto de Medicina Social da Uerj e um dos coordenadores das pesquisas. Empatado com a Bahia como estado mais homofóbico do Brasil, o Paraná registrou, segundo dados do GGB, 25 assassinatos em 2009: 15 travestis, oito gays e duas lésbicas. Os outros quatro estados mais homofóbicos são São Paulo, Pernambuco, Minas e Alagoas. Presidente da Rede Nacional de Pessoas Trans, a travesti Liza Minelly diz que, entre travestis e transexuais, cerca de 70% já sofreram algum tipo de violência. Há 16 anos militando no Paraná, estado com maior número de assassinatos de travestis no ano passado, ela relata que quase sempre o preconceito afasta as travestis do ensino e dos empregos formais, e muitas vezes as empurra para a prostituição e as drogas. - Em Curitiba, acompanhamos a história de uma travesti morta em 2000, espancada por quatro policiais militares, mas até hoje as testemunhas não foram ouvidas. Também assistimos com frequência à morte moral da travesti, quando negam a ela, por exemplo, um emprego para o qual teria todas as qualificações necessárias - diz. Apesar dos dados aterradores, a criminalização da homofobia, por meio do Projeto de Lei 122, tem enfrentado resistência de grupos católicos e evangélicos. Mas Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), defende o diálogo com os religiosos: - Ocorrem distorções de má-fé em relação a interpretações do projeto de lei. Não queremos afrontar as religiões. Queremos não ser mais discriminados, quando pesquisas apontam que 20% dos homossexuais já foram espancados por preconceito. |
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La administración Obama bate record de empleados gays
El presidente Barack Obama sigue haciendo todo lo posible por demostrar lo indemostrable, intenta hacer ver a la sociedad que apoya a la comunidad gay estadounidense. Y para ello, su administración ha sacado a la luz un informe sobre la cantidad de empleados gays y lesbianas del actual gobierno.
Según las estimaciones de activistas gays y un portavoz de la Casa Blanca, Obama ha colocado a más de 150 gays y lesbianas en diversos puestos a lo largo de su administración.
“Es una simple afirmación del ideal americano que lo que importa es cómo hacer su trabajo y no lo que eres” dijo Michael Cole, portavoz del grupo de derechos gays Human Rights Campaign, The Associated Press.
El presidente Bill Clinton mantuvo la marca anterior con cerca de 140 miembros gays y lesbianas en su administración durante sus ocho años en la Casa Blanca.
La verdad a estas alturas parece bastante ridículo sacar a destacar estos temas, cuando la administración obama lo único que esta haciendo es vender humo y solucionar pequeños problemas que importan a una comunidad homosexual que en el caso de Estados Unidos se encuentra pisoteada, humillada y sin derechos.
Según las estimaciones de activistas gays y un portavoz de la Casa Blanca, Obama ha colocado a más de 150 gays y lesbianas en diversos puestos a lo largo de su administración.
“Es una simple afirmación del ideal americano que lo que importa es cómo hacer su trabajo y no lo que eres” dijo Michael Cole, portavoz del grupo de derechos gays Human Rights Campaign, The Associated Press.
El presidente Bill Clinton mantuvo la marca anterior con cerca de 140 miembros gays y lesbianas en su administración durante sus ocho años en la Casa Blanca.
La verdad a estas alturas parece bastante ridículo sacar a destacar estos temas, cuando la administración obama lo único que esta haciendo es vender humo y solucionar pequeños problemas que importan a una comunidad homosexual que en el caso de Estados Unidos se encuentra pisoteada, humillada y sin derechos.
Enviado el 26 Octubre 2010 en Estados Unidos y Canadá, Políticas LGBT, organizaciones LGBT
Noticia publicada por Harry
A JIHAD FOR LOVE
Sinopse:
A palavra “jihad” ou “guerra santa” tem frequentemente conotações negativas.
Com o medo cada vez maior de ameaças terroristas islâmicas, o termo tem sido muitas vezes reduzido a “guerra”. No entanto, tem um significado bem mais complexo. A “jihad” desempenha um papel central no Islão, pois refere-se à luta do indivíduo para “resistir no caminho de Deus”, assim como a solicitação para servir a sociedade Islâmica através dos atos e da conduta. Os protagonistas do documentário de Parvez Sharma são, ao mesmo tempo, Muçulmanos praticantes… e gays. Isto significa que, nos seus países, muitos deles são membros de uma minoria inominável, sujeitos a perseguições e humilhações, sendo-lhes barrada a possibilidade de participarem na vida pública. Estes retratos multifacetados foram filmados na Índia, Paquistão, Irão, Turquia, Egipto, África do Sul e França. Parvez Sharma espera que o
seu filme encoraje o diálogo sobre um tema que ainda é tabu na maior parte destes países.
TRAILER:
LINK PARA DOWNLOAD DO DOCUMENTÁRIO:
Censo en Argentina incluyendo indígenas, afrodescendientes y parejas gay
Unas 650.000 personas, entre ellas 1.500 indígenas, censarán el miércoles a unos 40 millones de argentinos, en una encuesta que por primera vez registrará como parejas a los convivientes gays, además de ampliar cómputos sobre los pueblos originarios y afrodescendientes.
Foto y Vídeo relacionado Un bandera de Argentina, sostenida por un fan de la selección del país Ampliar fotografía "La invisibilización de algunas minorías ha dejado afuera de los censos a la población afrodescendiente desde 1895 (segundo censo), mientras que con los pueblos originarios se hará un minucioso cómputo, ya que antes sólo se preguntaba si pertenecían a alguno de ellos", anticipó la responsable de la encuesta, Ana Edwin.
Recientes estudios señalan que unas 600.000 personas integran los pueblos originarios, cuyas condiciones de vida nunca han sido datadas, pero la funcionaria consideró la cifra "poco fiable" y el censo busca precisarla.
A diferencia de lo que ocurrió en los nueve censos anteriores -el primero data de 1869-, esta vez no sólo se registrarán las parejas heterosexuales, sino que también se computará a convivientes del mismo sexo, en un país en el que en julio pasado el Congreso aprobó por primera vez en América Latina los matrimonios gays a nivel federal.
El X Censo Nacional de Población, Viviendas y Hogares se completará el miércoles en el territorio argentino, en un día decretado festivo por el Gobierno. En algunas zonas rurales y de difícil acceso, el cómputo se inició la semana pasada, en tanto que el lunes se llevó a cabo en las seis bases permanentes de Argentina en la Antártida.
La encuesta, que el Gobierno considera "una herramienta indispensable para el diseño de políticas adecuadas", fue rechazada por sectores de la oposición que ponen en duda sus resultados y cuestionan las estadísticas elaboradas por el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC).
Parte de la prensa difundió además los temores de la población de recibir a censistas, teniendo en cuenta la inseguridad en Buenos Aires y su periferia, la zona más poblada del país, aunque tampoco se descarta que sean los encuestadores los que se encuentren con reacciones indeseables. Si bien el censo es obligatorio, los censados tienen derecho a no dejar ingresar al encuestador en su casa y responder en la puerta, mientras que se le recomienda a los censistas evitar la confrontación con los entrevistados.
Una credencial inviolable que identifica a los censistas, designados entre docentes, empleados públicos, miembros de seguridad y voluntarios, y un formulario que se completa sólo con un lápiz especial son algunas de las medidas tomadas para evitar contratiempos y obtener datos veraces.
"Mi primer censo fue en 2001. Me tocó una zona considerada de alto riesgo. Pero, la verdad, me sorprendí, porque en cada una de las casas me esperaban con mate (infusión criolla) y tortas fritas. Incluso se notaba que habían limpiado especialmente la casa. Querían que me quedara charlando", contó Viviana Barrios, una maestra de 39 años que recordó una faceta más amable de la campaña y volverá a ser censista.
Los primeros resultados de la encuesta se conocerán a mediados de diciembre, después de procesarse 22,5 millones de formularios comunes y otros 10,5 millones ampliados.
El censo computará el número de habitantes, estimados en unos 40 millones, después de que en el anterior cómputo, realizado en 2001 antes del estallido de la peor crisis económica argentina, se registrara una población de 36 millones de personas.
Recientes estudios señalan que unas 600.000 personas integran los pueblos originarios, cuyas condiciones de vida nunca han sido datadas, pero la funcionaria consideró la cifra "poco fiable" y el censo busca precisarla.
A diferencia de lo que ocurrió en los nueve censos anteriores -el primero data de 1869-, esta vez no sólo se registrarán las parejas heterosexuales, sino que también se computará a convivientes del mismo sexo, en un país en el que en julio pasado el Congreso aprobó por primera vez en América Latina los matrimonios gays a nivel federal.
El X Censo Nacional de Población, Viviendas y Hogares se completará el miércoles en el territorio argentino, en un día decretado festivo por el Gobierno. En algunas zonas rurales y de difícil acceso, el cómputo se inició la semana pasada, en tanto que el lunes se llevó a cabo en las seis bases permanentes de Argentina en la Antártida.
La encuesta, que el Gobierno considera "una herramienta indispensable para el diseño de políticas adecuadas", fue rechazada por sectores de la oposición que ponen en duda sus resultados y cuestionan las estadísticas elaboradas por el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC).
Parte de la prensa difundió además los temores de la población de recibir a censistas, teniendo en cuenta la inseguridad en Buenos Aires y su periferia, la zona más poblada del país, aunque tampoco se descarta que sean los encuestadores los que se encuentren con reacciones indeseables. Si bien el censo es obligatorio, los censados tienen derecho a no dejar ingresar al encuestador en su casa y responder en la puerta, mientras que se le recomienda a los censistas evitar la confrontación con los entrevistados.
Una credencial inviolable que identifica a los censistas, designados entre docentes, empleados públicos, miembros de seguridad y voluntarios, y un formulario que se completa sólo con un lápiz especial son algunas de las medidas tomadas para evitar contratiempos y obtener datos veraces.
"Mi primer censo fue en 2001. Me tocó una zona considerada de alto riesgo. Pero, la verdad, me sorprendí, porque en cada una de las casas me esperaban con mate (infusión criolla) y tortas fritas. Incluso se notaba que habían limpiado especialmente la casa. Querían que me quedara charlando", contó Viviana Barrios, una maestra de 39 años que recordó una faceta más amable de la campaña y volverá a ser censista.
Los primeros resultados de la encuesta se conocerán a mediados de diciembre, después de procesarse 22,5 millones de formularios comunes y otros 10,5 millones ampliados.
El censo computará el número de habitantes, estimados en unos 40 millones, después de que en el anterior cómputo, realizado en 2001 antes del estallido de la peor crisis económica argentina, se registrara una población de 36 millones de personas.
FUENTE
AGRESIONES HOMOFOBICAS POR PANDILLEROS
NUEVA YORK (AP) — Un sábado por la noche, los miembros de una pandilla en un vecindario del Bronx vieron que uno de sus "reclutas" salía de un apartamento, al otro lado de la esquina donde todos solían reunirse.
La mayoría de la gente se conoce en este rincón del Bronx. Por ello, los pandilleros sabían que en ese apartamento vivía un gay apodado por los vecinos "La Reina", así, en español.
Los miembros de la banda callejera, poco organizada y conocida como los Latin King Goonies, quisieron saber por qué el joven de 17 años, quien aspiraba a quedarse en la pandilla, estaba en ese apartamento. Cuando lo averiguaron, actuaron de inmediato, dicen las autoridades. Durante el fin de semana, los pandilleros desataron una ofensiva que es considerada ahora por las autoridades como uno de los peores ataques a los gays en la historia reciente de la ciudad. Las agresiones incluyeron palizas y torturas a tres personas, incluido el hombre que al parecer tuvo un encuentro sexual con el adolescente, dijeron las autoridades. Once personas han sido detenidas.
Los expertos señalan que esos ataques, aunque estremecedores, fueron motivados por la actitud ultramachista de las pandillas, donde la homosexualidad representa un tabú. "La cultura de las pandillas es el epítome de los desplantes de masculinidad", dijo Sergio Argüeta, ex pandillero, quien ahora es un activista que apoya a los jóvenes. "Simplemente no resulta aceptable ser gay, especialmente cuando tratas de unirte a una pandilla, cuyos integrantes no lo saben y lo descubren". En este caso, el aspirante a pandillero fue visto por el presunto líder de la banda, Idelfonzo Méndez, y por otros miembros del grupo, afuera del apartamento del hombre de 30 años, dijeron las autoridades. La mayoría de la gente en el vecindario sabía que ese hombre era gay. Xavier Peña, quien trabaja en la tienda de abarrotes El Tío, ubicada en la planta baja del edificio donde está el apartamento, recordó que su vecino era amigable y querido en la zona.
"Era muy agradable", dijo. "No puedo creer lo que pasó".
Otros, como la prima del sospechoso Bryan Almonte, dicen que el sujeto era "peligroso", porque coqueteaba con los adolescentes.
"Si le hicieron algo estuvo mal, pero también lo que él hacía estaba mal. Estaba mal y él provocó esto", sentenció Marisol Almont.
Las agresiones tienen el sello de un acto perpetrado por delincuentes novatos y enfurecidos, dijeron los expertos, En pandillas que llevan más tiempo operando, como los Latin Kings, hay pocas probabilidades de que ocurra este tipo de ataque, porque los miembros suelen estar bajo el escrutinio de las autoridades, dijo Robert Hart, ex agente del FBI, quien formó parte de la Fuerza de Tarea contra el Pandillerismo en Long Island y ahora trabaja en la seguridad privada. Se desconoce si los Latin King Goonies aspiraban a unirse a los auténticos Latin Kings, una de las bandas delictivas más grandes de Estados Unidos. Algunas pandillas establecidas permiten integrantes gays, en una regla semejante a la observada en las fuerzas militares, donde cualquier miembro puede tener esa orientación sexual siempre y cuando no la revele. Pero la mayoría de las bandas delictivas tiene prohibiciones estrictas en la materia, dijeron los expertos.
"La naturaleza misma de la banda se basa en el poder que le confiere su reputación y su estatus en el vecindario; en la forma en que se le percibe", dijo Argüeta. "Ellos nunca querrían estar asociados con alguien que pudiera afectar la forma en que los demás perciben su masculinidad. Y se tiene el concepto de que un gay es un afeminado. Para ellos, ello quiere decir debilidad". Los agresores usaban como su escondite una casa de ladrillos, abandonada, en una colina frente a una escuela primaria. Los vecinos señalan que los jóvenes eran molestos, con sus fiestas nocturnas, pero no les parecían al principio una amenaza. Eran amables con los niños del vecindario, a quienes compraban helados, e incluso improvisaron una cesta para basquetbol en una acera, donde todos jugaban. Pero esa vivienda fue usada como cámara de torturas, el 3 de octubre, señalan las autoridades.
Méndez y los otros tres —Nelson Falu, David Rivera y José Domínguez— llevaron al adolescente a la casa y lo torturaron hasta que confesó haber tenido una relación sexual con el hombre de 30 años, señaló la policía. Durante el interrogatorio, averiguaron también que un segundo adolescente habría tenido también relaciones con el hombre.
Méndez introdujo un palo de madera en el recto de la primera víctima, según las autoridades.
"¿Eres un maricón?", le preguntó, de acuerdo con la querella penal. "¿Te gusta esto?"
Eran casi las 5.00 de la madrugada del domingo cuando el adolescente fue dejado en libertad, herido y golpeado.
"Si hablas de esto, tu familia la pagará", advirtieron, según los fiscales. El adolescente no contó a nadie lo ocurrido durante días.
Después, otras dos personas fueron agredidas en el apartamento: el segundo joven de 17 años y el hombre de 30, quien fue también violado. El hermano del hombre fue atacado también cuando el grupo tomó sus llaves e irrumpió en su apartamento. Los pandilleros habrían pasado después horas en el lugar del delito, limpiando las paredes y los pisos, dijo la policía. Pero quedaron ahí evidencias suficientes de ADN para que las autoridades realizaran las detenciones.
La mayoría de la gente se conoce en este rincón del Bronx. Por ello, los pandilleros sabían que en ese apartamento vivía un gay apodado por los vecinos "La Reina", así, en español.
Los miembros de la banda callejera, poco organizada y conocida como los Latin King Goonies, quisieron saber por qué el joven de 17 años, quien aspiraba a quedarse en la pandilla, estaba en ese apartamento. Cuando lo averiguaron, actuaron de inmediato, dicen las autoridades. Durante el fin de semana, los pandilleros desataron una ofensiva que es considerada ahora por las autoridades como uno de los peores ataques a los gays en la historia reciente de la ciudad. Las agresiones incluyeron palizas y torturas a tres personas, incluido el hombre que al parecer tuvo un encuentro sexual con el adolescente, dijeron las autoridades. Once personas han sido detenidas.
Los expertos señalan que esos ataques, aunque estremecedores, fueron motivados por la actitud ultramachista de las pandillas, donde la homosexualidad representa un tabú. "La cultura de las pandillas es el epítome de los desplantes de masculinidad", dijo Sergio Argüeta, ex pandillero, quien ahora es un activista que apoya a los jóvenes. "Simplemente no resulta aceptable ser gay, especialmente cuando tratas de unirte a una pandilla, cuyos integrantes no lo saben y lo descubren". En este caso, el aspirante a pandillero fue visto por el presunto líder de la banda, Idelfonzo Méndez, y por otros miembros del grupo, afuera del apartamento del hombre de 30 años, dijeron las autoridades. La mayoría de la gente en el vecindario sabía que ese hombre era gay. Xavier Peña, quien trabaja en la tienda de abarrotes El Tío, ubicada en la planta baja del edificio donde está el apartamento, recordó que su vecino era amigable y querido en la zona.
"Era muy agradable", dijo. "No puedo creer lo que pasó".
Otros, como la prima del sospechoso Bryan Almonte, dicen que el sujeto era "peligroso", porque coqueteaba con los adolescentes.
"Si le hicieron algo estuvo mal, pero también lo que él hacía estaba mal. Estaba mal y él provocó esto", sentenció Marisol Almont.
Las agresiones tienen el sello de un acto perpetrado por delincuentes novatos y enfurecidos, dijeron los expertos, En pandillas que llevan más tiempo operando, como los Latin Kings, hay pocas probabilidades de que ocurra este tipo de ataque, porque los miembros suelen estar bajo el escrutinio de las autoridades, dijo Robert Hart, ex agente del FBI, quien formó parte de la Fuerza de Tarea contra el Pandillerismo en Long Island y ahora trabaja en la seguridad privada. Se desconoce si los Latin King Goonies aspiraban a unirse a los auténticos Latin Kings, una de las bandas delictivas más grandes de Estados Unidos. Algunas pandillas establecidas permiten integrantes gays, en una regla semejante a la observada en las fuerzas militares, donde cualquier miembro puede tener esa orientación sexual siempre y cuando no la revele. Pero la mayoría de las bandas delictivas tiene prohibiciones estrictas en la materia, dijeron los expertos.
"La naturaleza misma de la banda se basa en el poder que le confiere su reputación y su estatus en el vecindario; en la forma en que se le percibe", dijo Argüeta. "Ellos nunca querrían estar asociados con alguien que pudiera afectar la forma en que los demás perciben su masculinidad. Y se tiene el concepto de que un gay es un afeminado. Para ellos, ello quiere decir debilidad". Los agresores usaban como su escondite una casa de ladrillos, abandonada, en una colina frente a una escuela primaria. Los vecinos señalan que los jóvenes eran molestos, con sus fiestas nocturnas, pero no les parecían al principio una amenaza. Eran amables con los niños del vecindario, a quienes compraban helados, e incluso improvisaron una cesta para basquetbol en una acera, donde todos jugaban. Pero esa vivienda fue usada como cámara de torturas, el 3 de octubre, señalan las autoridades.
Méndez y los otros tres —Nelson Falu, David Rivera y José Domínguez— llevaron al adolescente a la casa y lo torturaron hasta que confesó haber tenido una relación sexual con el hombre de 30 años, señaló la policía. Durante el interrogatorio, averiguaron también que un segundo adolescente habría tenido también relaciones con el hombre.
Méndez introdujo un palo de madera en el recto de la primera víctima, según las autoridades.
"¿Eres un maricón?", le preguntó, de acuerdo con la querella penal. "¿Te gusta esto?"
Eran casi las 5.00 de la madrugada del domingo cuando el adolescente fue dejado en libertad, herido y golpeado.
"Si hablas de esto, tu familia la pagará", advirtieron, según los fiscales. El adolescente no contó a nadie lo ocurrido durante días.
Después, otras dos personas fueron agredidas en el apartamento: el segundo joven de 17 años y el hombre de 30, quien fue también violado. El hermano del hombre fue atacado también cuando el grupo tomó sus llaves e irrumpió en su apartamento. Los pandilleros habrían pasado después horas en el lugar del delito, limpiando las paredes y los pisos, dijo la policía. Pero quedaron ahí evidencias suficientes de ADN para que las autoridades realizaran las detenciones.
El periodista de la AP Jim Fitzgerald contribuyó con este despacho.
Por COLLEEN LONG-NUEVA YORK, Actualización: martes, 26 de octubre de 2010 16:01
Por COLLEEN LONG-NUEVA YORK, Actualización: martes, 26 de octubre de 2010 16:01
Stop Trans Pathologization
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Gran Bretaña: El ex sacerdote católico Richard John James Robinson es declarado culpable de pederastia
viernes 22 de octubre de 2010
El ex sacerdote católico Richard John James Robinson fue declarado hoy culpable de abusar sexualmente contra niños en varias iglesias británicas donde ofició de 1959 a 1983.
La Fiscalía de Birmingham demostró la culpa de Robinson, de 73 años y conocido como Padre Jim, quien había negado los 21 cargos que se le imputaron, todos relacionados con abusos sexuales contra menores.
El ex sacerdote fue extraditado el año pasado desde Estados Unidos, donde vivía hace 25 años tras finalizar su asignación en iglesias de Staffordshire, Birmingham y Conventry, todas en Inglaterra.
La conclusión del proceso aviva el escándalo que sacudió a la Iglesia católica por casos de curas pederastas en todo el mundo, lo cual empañó la visita del papa Benedicto XVI a Reino Unido en septiembre último.
http://www.argenpress.info/2010/10/gran-bretana-el-ex-sacerdote-catolico.html
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