segunda-feira, 26 de abril de 2010

Alunos de farmácia da Usp usam clichê homofóbico


O desafio do jornal"o Parasita" editado pelos alunos de farmácia da Usp, era jogar merda nos universitários para ganhar um convite para a festa brega.

Estranho que eles confundem universitários com animais ainda, mais especificamente os veados ou "viados" como eles descrevem. Devem estar confusos sobre a diferença entre ser humano e animal selvagem. Vai saber... Se eles tem alguma ciência do que fizeram, saberão que devem pedir desculpas o quanto antes pela indelicadeza que eles próprios se expuseram, pois, já sabíamos de antemão que no curso de farmácia há que se lidar com excrementos humanos constantemente para fins de estudo, mas daí ter todo um esforço de tacar bosta pra lá e pra cá porque não sabem o que fazer com a merda pra conseguir um simples convite de uma festa? Poderíamos nos solidarizar e ajudar essas pessoas da farmácia com cartas de apoio ou mesmo nos dispondo a colaborar com a compra de um vaso sanitário, seguido de aulas sobre como fazer o uso do mesmo. Sabemos que a época da faculdade é um período difícil, com muitos obstáculos e que pode deixar muitas pessoas insanas... Esses alunos precisam de ajuda psicológica, mas a punição penal não seria uma má idéia. Quanto a população LGBT que estuda na Usp, ou os que lá circulam ou um dia irão circular, façam o favor de denunciar quaisquer atos de homofobia assim como denunciaram "o Parasita", essa gente precisa se atualizar, não dá pra ser universitário sem a tecla F5 hoje em dia não, minha gente!!!

Ao jornal da farmácia "o Parasita", reflexão para lição de casa:
- Essa reprodução fascista de agressões contra homossexuais é tão clichê, há seres mais patéticos do que aqueles que imitam a figura de Hitler?
- Preocupem-se em achar a cura da homofobia e da ignorância, tacar bosta por aí não é o remédio que vão encontrar pra essas doenças. Fica a dica.


Enquanto aguardamos a aprovação do PLC 122/2006...

Discriminar Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais e Bissexuais é proibido pela lei 10.948/01.
Pode ser punido todo cidadão, inclusive detentor de função pública, civil ou militar, e toda organização social ou empresa pública ou privada ( restaurantes, escolas, delegacias, postos de saúde, motéis, etc) Quem discriminar poderá ser penalizado por meio de advertência, multa ou, em caso de estabelecimento comercial, também suspenção ou cassação de licença de funcionamento. O servidor público será penalizado de acordo com itens do estatuto dos funcionários públicos.



Um comentário:

  1. Chegamos a um estado de barbárie! Não é a primeira vez que atitudes como essas são tomadas, mas não podemos nos acostumar com tal ato de selvageria. Observamos que o pensamento “acadêmico” formado por essa gente nada mais é do que um germe que está disseminando-se por toda a sociedade, e que aos poucos toma espaços insuspeitos que deveriam abrigar pontos onde a reflexão e liberdade legitimariam o nome dado a instituições como a USP.
    Abrigar monstros que excitam esse tipo de comportamento é legitimar atos como esse, ou simplesmente fechar os olhos para uma ferida infecciosa que contaminará todo o espaço publica e privado de nossa sociedade. Não podemos simplesmente aceitar punições simplistas para esses animais ou nos conformar com o pagamento de altas fianças realizadas por suas famílias burguesas, pois o cheiro e o escuro da cela de uma cadeia deveriam abrigar ratos que perdem o tempo de sua medíocre existência impondo opiniões fascistas. Enoja-me pensar que o dinheiro público pode está sendo investido em monstros como esses...por isso registro a minha indignação e espero incessantemente que essa gente sinta o gosto amargo de uma dura punição...se é que podemos dizer ser possivel a realização de uma punição justa a ratos que percorrem as esquinas da universidade.

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